Os alunos puderam visitar pontos turísticos e aprender sobre a história do Nordeste
Alunos do 3º ano da Escola de Referência em Ensino Médio (Erem) Ana Faustina, localizada em Surubim, no Agreste, participaram, na quarta-feira (18), de uma enriquecedora aula de campo na cidade do Recife. A atividade, promovida pelos professores, com apoio da gestão escolar e da Secretaria de Educação de Pernambuco, proporcionou aos estudantes uma vivência interdisciplinar, alinhada ao tema do ano letivo de 2025: “Vidas, Escolas e Comunidade: educar para a promoção da justiça socioambiental”.
A programação contou com visitas a importantes espaços culturais e científicos da capital pernambucana, como o Museu Cais do Sertão, o Paço do Frevo, o Espaço Ciência e um encantador passeio de catamarã pelo rio Capibaribe. A proposta da atividade foi integrar conteúdos das áreas de História, Literatura, Geografia, Física, Química, além de questões sociais, oferecendo uma experiência que vai além da sala de aula tradicional.
O professor de Língua Portuguesa, Ernando Martins, acompanhou a excursão. “A alegria dos estudantes é genuína. Pela primeira vez, experimentaram o prazer de aprender além dos muros da escola. Muitos nunca haviam conhecido o Recife, visitado um museu ou sequer andado de catamarã. Nesta experiência, puderam vivenciar o aprendizado de forma leve, divertida e significativa. Algo simples, mas que ainda está distante da realidade de muitos deles. O apoio irrestrito do gestor e da Secretaria de Educação foi essencial para tornar possível essa vivência de educação integral. Não há recompensa maior do que ver nossos estudantes construindo saberes com um sorriso no rosto”, explicou.
A atividade também deixou marcas importantes nos próprios estudantes. Brenno Giordanni, aluno do 3º ano da Erem Ana Faustina, falou sobre a viagem pedagógica. “Descobrimos a história e o contexto do frevo, que desempenha um papel fundamental na cultura e na identidade da região, uma atração para os turistas conhecerem toda a manifestação, influência e expressão cultural que essa dança transmite para nós. E na visita ao Museu Cais do Sertão, presenciamos a história do nosso sertão brasileiro, as lutas sociais, a cultura, o forró e a identidade sertaneja. Pudemos sentir todo o passado em nossas veias de sermos nordestinos”, afirmou.









