Planejado por alunos e professores, o Café Literário Interdisciplinar, contou com poemas, músicas e peças teatrais
A Escola de Referência em Ensino Médio (Erem) Ana Faustina, localizada em Surubim, no Agreste, promoveu, nesta sexta-feira (10), o Café Literário Interdisciplinar. Com o tema “Conectando Vidas e Comunidades: a escola como palco para diálogos entre literatura, música e meio ambiente”, o evento foi marcado por arte e engajamento social focados na justiça socioambiental. Com o objetivo de valorizar a sustentabilidade e discutir a justiça socioambiental, o projeto reuniu alunos, professores e a comunidade escolar para acompanhar apresentações culturais e momentos de conscientização.
Durante o Café Literário, o público pode acompanhar declamações de poemas, músicas, contos e até monólogos, todos criados ou interpretados pelos alunos. O evento contou com oito apresentadores, todos estudantes da própria escola, que conduziram a programação e deram voz às diversas expressões artísticas. Todas as declamações tinham relação ao tema do projeto e focaram na questão da sustentabilidade para as comunidades.
O aluno do 3º ano da escola, João Pedro Barbosa dos Santos, falou sobre a importância do evento para o desenvolvimento escolar e social dos demais estudantes. “Participar do Café Literário Interdisciplinar foi, sem dúvida, uma das experiências mais marcantes da minha vida escolar. Desde os ensaios até mesmo as apresentações, pude perceber o quanto a arte tem o poder de unir pessoas, despertar emoções e até nos fazer refletir sobre o nosso papel no mundo”, destacou o aluno.
A culminância do projeto foi marcada pela apresentação teatral realizada pelos alunos do 3º ano, que encenaram uma peça inspirada nos desafios e esperanças em torno da preservação do meio ambiente e da convivência sustentável entre as comunidades.
O professor de português Ernando Martins foi idealizador do projeto e, junto a outros professores da unidade, colaborou com a criação. Ele destacou a importância de lutar pelo meio ambiente. “O projeto foi extremamente importante porque é um apelo que nós fazemos por uma educação que transforma, liberta, mas sobretudo que cuida do espaço em que nós estamos, convivemos, nos mínimos detalhes. Quando nós incentivamos o respeito ao meio ambiente, aos rios, colocamos como prioridade uma justiça que faz com que todos sejam iguais, explicou.










